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Aviação Notícias – Quinta, 25 de Fevereiro de 2010





Posto policial é destaque no Aeroporto de Curitiba



No próximo mês de abril, o destacamento da Polícia Militar instalado no terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Curitiba/Afonso Pena (PR) completa dois anos. Fruto de um convênio entre a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná e a Infraero, o destacamento teve importante participação neste período na garantia da segurança dos passageiros e de toda comunidade aeroportuária.

O diferencial do posto militar é a localização estratégica no terminal, de fácil  acesso a todos que circulam pelo aeroporto. Localizado entre o estacionamento e o piso térreo do aeroporto, o posto da Polícia Militar do Aeroporto Afonso Pena conta com sala de estar, área para atendimento ao público, além de áreas administrativas. Seis policiais atuam 24 horas por dia nas ações ostensivas, de vigilância no trânsito, proteção do terminal de passageiros e de todo o sítio aeroportuário.

Segundo o subtenente e comandante do Destacamento da Policia Militar do aeroporto, Jair Padilha, a parceria com a Infraero otimizou o trabalho de vigilância da área. “Graças ao posicionamento do posto, realizamos a captura de uma quadrilha do Peru que realizava furtos de notebooks e bagagens na parte externa do terminal”, citou.

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, que visitou o posto, pretende expandir o conceito do destacamento em área bastante visível para outros aeroportos. “Toda ação que dá resultados positivos precisa ser copiada para toda nossa rede. Este posto demonstra a forte presença da polícia em nosso aeroporto e contribui significativamente para a segurança de todos que aqui transitam”, disse Murilo Barboza, que parabenizou a equipe de plantão.

O comando da Polícia Militar já estuda a possibilidade de ampliar o efetivo policial do destacamento, passando de seis para dezesseis funcionários, facilitando o monitoramento da região aeroportuária e proporcionando maior segurança para passageiros e comunidade.

Fonte: INFRAERO



Contestação na Europa: trabalhadores unidos contra patrões e crise



Companhias aéreas, aeroportos e petrolífera a braços com greves. Rejeição de medidas anticrise das empresas em causa

por Sandra Pereira

ImagemProtestos, manifestações, palavras de ordem. É um retrato que cresce entre os trabalhadores europeus, perante a incerteza de manterem emprego e salário e face às restrições que as empresas têm imposto para combater a crise.

O plano de greve dos pilotos da Lufthansa, suspenso na segunda-feira até 8 de Março (quando se reúnem com a administração), despertou as aspirações reivindicativas dos pilotos da Air France, dos controladores dos aeroportos gauleses e do pessoal de cabine da British Airways. Desde ontem, os 4400 controladores aéreos dos aeroportos de França responderam ao apelo de greve de cinco sindicatos e decidiram parar até sexta-feira. Vários aeroportos estiveram ontem fechados e quase metade dos voos com partida de Paris foram cancelados. Os controladores protestam contra o plano de céu único europeu – acordado por seis países para melhorar a segurança a partir de 2012 – por temerem que o plano afecte os seus salários e condições de trabalho.

A decisão afectou também a TAP, que ontem cancelou metade dos voos para Orly. Contactado pelo i, o porta-voz da TAP, António Monteiro, confirmou que 50% das operações serão suspensas nos quatro dias de greve dos controladores franceses; os passageiros serão reencaminhados para outros voos. As viagens para o outro aeroporto principal da capital, Charles de Gaulle, não sofrem. Os pilotos da Air France também estão em greve e a empresa francesa cancelou metade dos voos de curto e médio curso de e para Orly e 25% de e para o Charles de Gaulle.

O pessoal de cabine da British decide amanhã as datas da greve num encontro entre líderes sindicais e funcionários. O Unite garante que 78,7% dos funcionários apoia a iniciativa e a paralisação será agendada para Março, antes da Semana Santa.

Temendo o caos nos transportes aéreos, a British está a treinar substitutos para os dias do protesto contra a redução de salários e corte de postos de trabalho – mais concretamente, contra as medidas que as empresas impuseram aos funcionários desde que a crise estalou.

Na Alemanha, os pilotos da Lufthansa suspenderam na segunda-feira uma greve de quatro dias contra a intenção da maior companhia aérea europeia de transferir actividades para as subsidiárias estrangeira para reduzir custos. Ainda assim, cerca de metade voos regulares da companhia foram cancelados.

Espanha na rua Desde quinta-feira, seis refinarias da maior petrolífera francesa, a Total, encontram-se paralisadas em solidariedade com os 750 funcionários da unidade de Dunkerque, no norte de França, ameaçada de fecho. Com as reservas de combustível a chegar para apenas sete a dez dias, o país ficou em pânico,

Pressionada pelo presidente Nicolas Sarkozy, a Total garantiu ontem que não encerrará nenhuma refinaria nos próximos cinco anos, mas os sindicatos não estão convencidos e milhares de condutores continuam a fazer fila para encher os depósitos de gasolina.

Espanha não escapa à revolta. O governo de Zapatero viveu ontem a primeira manifestação contra o avanço da idade da reforma de 65 para 67 anos. O protesto partiu de Barcelona, mas milhares manifestaram-se nas principais cidades espanholas. Zapatero prometeu que o tema será debatido, mas alertou que terá de ser resolvido quanto antes. As manifestações prosseguem hoje.

Fonte: IONLINE, via NOTIMP



Helibrás vira plataforma de exportação da Eurocopter



Subsidiária da fabricante francesa terá investimentos de US$ 400 milhões para a duplicação de fábrica em Itajubá (MG).

Ricardo Rego Monteiro – Correspondente do Brasil Econômico no Rio de Janeiro

A Helibrás vai se tornar uma plataforma de exportação de helicópteros civis e militares da francesa Eurocopter Company, do consórcio europeu EADS.

Responsável pela produção de modelos difundidos no mundo, como Esquilo, Cougar e o Super Puma, a Eurocopter, por meio da subsidiária brasileira, começa a implementar, neste ano, o cronograma do projeto que resultará na fabricação em território nacional, a partir de 2013, da nova versão do modelo EC 725 para uso militar.

A nova aeronave, que terá 50% do conteúdo nacionalizado, representa o primeiro passo de um projeto de US$ 400 milhões que terá, como desdobramento, a criação de novo helicóptero totalmente desenvolvido no Brasil, a partir de 2020.

Presidente do conselho da Helibrás, o ex-governador do Acre Jorge Viana afirma que, como primeiro passo do processo de nacionalização, a companhia se prepara para entregar neste ano as primeiras três unidades do lote de 50 EC 725 previstos pela bilionária encomenda do Ministério da Defesa do Brasil.

O contrato, de € 2 bilhões (cerca de R$ 5 bilhões), foi firmado com o governo brasileiro em 2008, como desdobramento do plano de reaparelhamento das forças armadas. Prevê, como primeiro passo da nacionalização, a duplicação da fábrica da Helibrás, Itajubá (MG), cujas obras devem começar em 19 de março.

“As primeiras três aeronaves serão construídas na fábrica da Eurocopter da França, mas o cronograma de entregas vai obedecer a uma escala gradativa de nacionalização”, afirma o presidente executivo da Helibrás, Eduardo Marson Ferreira.

“O helicóptero número 4 já vai ser entregue semipronto, para ser montado em Itajubá. A partir do décimo modelo, o lote será todo construído e montado em Minas, quando já deverá estar concluída a duplicação da fábrica, prevista para 2013.”

Uso civil

A nova versão do helicóptero no Brasil – já com a designação EC 725 BR – será produzida com metade dos equipamentos fornecidos por empresas de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Com isso, a Helibrás também estará apta a fabricar a versão civil da aeronave, o EC 225 BR.

Diante da demanda prevista para o pré-sal da Bacia de Santos, a expectativa da companhia é vender tanto a versão civil quanto a militar. Atualmente, as empresas que prestam serviço para a Petrobras em Santos já operam com seis dessas unidades. O campo de Tupi está localizado a 300 quilômetros da costa, o que demanda a autonomia de voo dos EC 225.

“A ideia é fazer do Brasil uma plataforma de exportação desses helicópteros não só para os países da América do Sul, mas para todos aqueles hoje atendidos pela Eurocopter no mundo. Não faria sentido investir em uma nova fábrica só para atender a esse contrato com o Ministério da Defesa”, afirma Marson Ferreira.

“A ideia é exportar da França ou do Brasil, dependendo das condições de cada contrato e de cada cliente. Com a produção aqui (no Brasil), podemos eventualmente optar por uma linha de financiamento do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para financiar a venda. Essas são vantagens que passamos a ter, ao fabricar aqui.”

O processo de transferência de tecnologia já começou, na prática, independentemente do projeto de duplicação da nova fábrica. Marson revela que, ainda este ano, 20 engenheiros e técnicos franceses vão desembarcar no Brasil para trabalhar integralmente no desenvolvimento do novo projeto.

Defesa faz fabricante quintuplicar vendas

O novo contrato com o Ministério da Defesa, de acordo com o presidente do Conselho de Administração da Helibrás, Jorge Viana, deverá assegurar a quintuplicação do faturamento da empresa, em 2010, dos atuais R$ 100 milhões para R$ 500 milhões. Criada em 1978, em São José dos Campos (SP), e inaugurada em 1980, em Itajubá (MG), a empresa tem hoje como acionistas a MGI Participações, que pertence ao governo de Minas Gerais, e os grupo Eurocopter, da França, e Bueninvest. Na prática, atualmente a Helibrás é responsável pela montagem, venda e apoio pós-venda dos helicópteros da Eurocopter no país. Além da fábrica de Itajubá, a Helibrás mantém, no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo, um complexo de 3.800 metros quadrados com área comercial, depósito de peças e oficina, que permite à empresa atender sua frota. Empresa brasileira com capital estrangeiro, a Helibrás emprega, em média, 250 funcionários. R.R.M.

CAIXA E PESSOAL

US$ 100 mi foi o faturamento líquido da Helibrás registrado em 2009. O novo contrato com o Ministério da Defesa, de acordo com o presidente do conselho, deverá quintuplicar o valor em 2010, para R$ 500 milhões. 250 pessoas integram o corpo de funcionários da companhia. Dela dependem diretamente mais de 800 pessoas, sem contar as empresas parceiras e os prestadores de serviço.

PONTOS FORTES

A duplicação da fábrica da Helibrás, com investimento de US$ 400 milhões, aumentará a capacidade de produção, com abertura para as exportações. ● Além do uso militar, o novo aparelho, que será batizado de EC725 BR, tem aplicação civil, atendendo à demanda que deverá ser gerada pelo pré-sal.

Meta é ter 1ª aeronave 100% nacional

Cronograma de investimentos farão do país uma base para desenvolvimento de produtos Em silêncio, como requer o estilo mineiro, a Helibrás prepara o grande salto tecnológico de sua história. Até 2020, a empresa deverá concluir o projeto do primeiro helicóptero totalmente desenvolvido no Brasil, a partir do programa de transferência de tecnologia previsto pelo contrato de aquisição das 50 unidades do EC 725 pelo Ministério da Defesa brasileiro. Presidente da empresa, que tem como sócio o governo mineiro, com 22% de participação, Eduardo Marson Ferreira revela que o domínio do ciclo total de produção das aeronaves vai demandar investimento de US$ 400 milhões do grupo no Brasil, mas vai assegurar ao país a condição de plataforma de concepção de novos projetos tecnológicos.

“O Brasil vai se tornar uma plataforma de concepção desse tipo de aeronave, com o domínio do ciclo completo de produção. Em dez anos vamos produzir o primeiro helicóptero com tecnologia 100%nacional, que também poderá ser exportado para os de – mais países da região e do resto do mundo”, afirma o presidente da Helibrás, ao assegurar que o novo helicóptero será totalmente diferente dos modelos hoje em produção pela empresa no mundo.Enquanto não inicia o projeto, a Helibrás se prepara para fabricar a nova versão do EC 725, com 50% de conteúdo nacional. O produto, que chegou a ser batizado como Super Cougar — já descartado —, vai representar uma evolução tecnológica em relação ao equipamento hoje fabricado na França. Além de mais econômico, terá maior capacidade de transporte.

Tudo por conta da substituição de material metálico, hoje empregado na fabricação, por similares em material composto, como fibra de carbono. Mais leve, a fibra assegura menor resistência do ar e menor demanda de combustível.

A cadeia de fornecedores, deverá ser ampliada pela Helibrás nos próximos anos. Ferreira revela que, na região da Baixada Fluminense, no estado do Rio, serão fabricados os motores dos helicópteros. Na capital carioca, por sua vez, será sediado o centro de simulação de voos da empresa.

Fonte: JORNAL BRASIL ECONÔMICO, via NOTIMP



Obras em aeroportos não acompanham alta da demanda



Tarso Veloso, de Brasília

Ampliações em aeroportos do país não acompanham o ritmo crescente do número de passageiros. Nos 67 aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Portuária (Infraero), o número total de passageiros subiu de 71 milhões, em 2003, para 128 milhões em 2009. Apesar de o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) ter vários projetos para ampliação e reforma de aeroportos, o número de benfeitorias vem se mostrando incompatível com a velocidade crescente da demanda.

Atualmente, de acordo com a Infraero, existem 44 obras do PAC para o setor. As atenções estão centradas nos 16 aeroportos das cidades que sediarão jogos da Copa, em 2014. Outras três obras se encontram paralisadas desde 2008 em Vitória, Macapá e Guarulhos.

O crescimento do número de passageiros ocorre devido às facilidades de financiamento e queda do preço das passagens. Em 2009, além de registrar o preço mais baixo dos últimos oito anos, as passagens ainda tiveram queda de 27,6% com relação a 2008. Além disso, as companhias começaram a vender as passagens em até 36 vezes, atraindo as classes C e D.

O problema mais grave continua sendo a falta de estrutura dos aeroportos, que não passaram por um processo de ampliação de pistas de pouso e decolagens, terminais de passageiros e esteiras de bagagens.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, por enquanto não existe nenhum projeto a ser realizado em tempo hábil para aumentar a capacidade dos aeroportos visando a Copa de 2014. “Para uma mudança significativa é necessário que haja a concessão dos aeroportos. Este é um dos únicos serviços públicos que não adota o sistema de concessão.”

Para Godoy, o sistema de administração dos aeroportos precisa mudar. Eles deveriam ser geridos pelo sistema de concessão, com aferição de qualidade e ampliação da oferta de serviços.

De acordo com a Infraero, existe um plano de expansão programado antes mesmo da decisão do país de sediar a Copa do Mundo e a Olimpíada. “A empresa está segura de que o planejamento previsto será cumprido e a demanda será plenamente atendida”, disse a empresa em nota divulgada pela assessoria. De acordo com a Infraero, foi investido , R$ 1,9 bilhão em grandes obras de engenharia nos aeroportos entre 2003 e 2009.

Os casos mais críticos são dos aeroportos paulistas. Qualquer atraso nos aeroportos de Congonhas ou Guarulhos pode afetar voos para outros Estados. Quando chove, as decolagens costumam a ser transferidas para outros aeroportos, como os de Campinas e Ribeirão Preto.

Segundo Godoy, o principal problema, além da falta de estrutura para que os passageiros possam se locomover de um aeroporto para outro, são as filas que se formam nos terminais, que não dispõem de instalações para atender a chegada de grande número de passageiros de uma só vez.

Fonte: VALOR ECONÔMICO, via NOTIMP



Justiça condena dois franceses após tumulto em voo da TAM



Dois brasileiros e uma francesa foram absolvidos. Os cinco foram acusados de tumultuar viagem em SP.

Carolina Iskandarian
Do G1, em São Paulo

O juiz federal Alessandro Diaferia, da 4ª Vara Federal em Guarulhos, na Grande São Paulo, condenou dois franceses por tumultuar um voo da TAM em dezembro do ano passado. De acordo com a sentença, divulgada na tarde desta terça-feira (23), outros três réus no processo – um casal de brasileiros e uma francesa – foram absolvidos.

Na sentença, Michel Ilinskas, de 61 anos, foi considerado culpado pelos crimes de atentado contra a segurança aérea e resistência totalizando 2 anos e 5 meses de prisão. As penas foram convertidas em pagamento de multa no valor total de 10 salários mínimos, além de 15 dias-multa (1/30 do salário mínimo vigente para cada dia-multa) e das custas judiciais.

Já a condenação do português naturalizado francês Antonio Francisco do Nascimento, de 63 anos, foi a 2 anos de reclusão pelo crime de atentado contra a segurança aérea, convertidos em multa no valor de 5 salários mínimos e 10 dias-multa, além das custas judiciais.

Foram absolvidos o casal Frederico Ritchie, 31, e Lucielen Cunha, 24, e a francesa Emilie Camus. Os cinco réus foram denunciados pelo Ministério Público Federal em janeiro deste ano. De acordo com o MPF, eles foram acusados de atentar contra a segurança aérea ao tentar invadir a cabine do piloto e impedir o prosseguimento da viagem, que tinha como destino Paris, no dia 6 de dezembro.

Na ocasião, a própria assessoria de imprensa da TAM informou que o avião demorou a decolar porque apresentou problemas mecânicos. Os passageiros reclamaram de a espera dentro da aeronave ter sido de quase quatro horas.

Por meio da assessoria de imprensa, a TAM informou que não falaria novamente sobre o caso e que vale ainda o primeiro pronunciamento feito no dia seguinte ao episódio. Nele, a empresa diz que, “após a manutenção, a aeronave não pôde decolar porque uma passageira decidiu desembarcar, sendo necessária a abertura do compartimento de carga e localização de sua bagagem”.

Até as 18h30, o G1 ainda não tinha conseguido contato com o advogado dos franceses.

Passaportes liberados

Desde o início do caso, os cinco acusados estavam com os passaportes retidos e não podiam deixar o Brasil. Segundo a sentença, os três absolvidos já tiveram seus passaportes liberados pela Justiça.

Já Ilinskas e Nascimento, podem “voluntariamente fazer o depósito judicial dos valores aos quais foram condenados”. Só assim, o juiz “poderá rever” a situação dos dois e “autorizar o retorno deles” ao país de origem, como diz a nota divulgada à imprensa. “A gente tira um peso das costas”, disse Abrahão nesta terça, ao comentar a decisão do juiz federal. O advogado defende Ritchie e Lucielen.

Em entrevista no dia 22 de dezembro, os três franceses negaram ter agredido qualquer comissário de bordo, mas admitiram que havia passageiros revoltados. Ilinskas foi o único a ser acusado também por resistência à prisão e desacato, crime pelo qual acabou absolvido. Ele saiu do avião algemado. A cena foi filmada e colocada no Youtube.

Fonte: PORTAL G-1, via NOTIMP