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Russian Losses In Georgia Said To Be Worse

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David A. Fulghum/Washington

Douglas Barrie/London

New reports out of Russia contend that Russian forces lost eight or more aircraft – some of them to their own weapons — during the war with Georgia last year, despite repeated official claims that only four were lost.

These shootdowns all occurred on Aug. 8, 2008 – the first day of the battle. Two Russian airmen were captured and exchanged. Another five (one by fratricide) were killed. Officially, Russia acknowledges losing only three Su-25 Frogfoot attack aircraft and a supersonic Tu-22M3 Backfire from the Black Sea Fleet.

But that is only about half of the actual losses, say editors of Moscow Defense Brief, published by the Center for Analysis of Strategy and Technology (CAST). Other losses they claim to have identified include an Su-24MR Fencer E reconnaissance aircraft, also on Aug. 8; an Su-25 on Aug. 9; an Su-24M Fencer frontal strike aircraft on Aug. 10 or 11; and possibly a Mi-24 attack helicopter on an unspecified date. Another three Su-25s were damaged but returned to base – indeed, pictures of the latter appeared on the Internet while the war was underway.

Russia’s Interfax news agency and the British Broadcasting Corp. quoted deputy chief of the General Staff, Col. Gen. Anatoly Nogovitsyn, as saying Russia has already provided full disclosure of their losses during the conflict and has nothing new to add. He further denied “Russian air force planes were shot down by our own air defenses” or that there was a “total absence of co-operation between the Russian army and air force,” which led to them conducting separate, uncoordinated campaigns.

Nevertheless, U.S. intelligence official tell Aviation Week that while the Russian air force is believed to have advanced capabilities for detecting enemy air defenses and attacking them, they have largely failed to field and train with the capability. Soon after the conflict, former Russian air force commander Anatoly Kornukov blamed Russian intelligence for poor analyse of the Georgian air defense, lamented a lack of effort to attack them, and said inappropriate aircraft, like the strategic Tu-22M, were used for a tactical mission.

The new CAST analysis credits the two Su-24 losses to Georgian shoulder-fired air defense missiles; the Su-25 to friendly fire from a similar Russian-wielded missile; and three Georgian Su-25s to other Russian man-portable missiles. Russian officials say their four recognized losses fell victim to relatively sophisticated, Buk-M1 (SA-11) surface-to-air missiles fielded by the Georgians. The Russians have fielded the Buk-M2 (SA-17) and are selling them to Syria. The Georgians were trained by Ukrainians who also may have supervised their use in combat, the Moscow analysts say.

The report further refers to a sale by Israel’s Rafael missile company to Georgia of a Spyder short-range SAM that uses Israel’s advanced Python 5 and Derby air-to-air missiles in a surface-to-air role, much as the U.S. exports ground-fired versions of its Aim-120 Advanced Medium-Range Air-to-Air Missile.

After their initial losses, the Russians regrouped and destroyed both of Georgia’s S-125 Neva-M low-to-high altitude (SA-3) SAM battalions, most of the military and civilian radars, and the Buk-M1 and Osa-AK/AKM (SA-8B)low-altitude SAMs. After the Russian counterattack, air defenses were limited to shoulder-fired missiles (SA-7, SA-14 and SA-16). The Georgian radar network included the Ukrainian-supplied 36D6-M mobile, 3-D radar (which as been used with the S-300P, or SA-10 SAM, system), Kolchuga-M passive electronic monitoring radar system and Mandat electronic warfare (jamming) system. The network was connected to the NATO air situation data exchange through Turkey, which allowed Georgia to receive data directly from the unified air-defense system, the CAST analysis says.

A realistic analyses of the Russia/Georgia conflict “should serve as a stimulus for the cardinal modernization of the Russian armed forces [and impel] the Russian air force [to] devote greater attention to the suppression of enemy air defenses [and renew] tactics, electronic weapons and increased military training in these areas,” the CAST analyses says.

Photo credit: Screen grab from Georgian TV


Delta multada por retirar passageiros de voos em overbooking

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O DOT (Departamento dos Estados Unidos dos Transportes) multou a Delta Air Lines em 375 mil dólares, por retirar passageiros de voos em overbooking, ou seja, quando têm excesso de lugares vendidos.

O DOT emitiu a multa à Delta, após uma investigação relativa a diversas queixas, escreve a imprensa internacional.

Em caso de excesso de lugares vendidos para o mesmo voo, as companhias devem procurar voluntários que ofereçam os seus lugares em troca de alguma compensação, e caso isso não aconteça, devem retirar os passageiros, apresentando uma declaração com os seus direitos e explicando como decide quem deverá sair de um voo que tem excesso de lugares vendidos, e oferecendo uma compensação que pode ir até 800 dólares.

O DOT multou também a United Airlines em 80 mil dólares por não revelar aos consumidores que alguns voos eram operados por outra companhia, em acordo de partilha de rotas.


Continental tem caminho aberto para entrar na Star Alliance

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O Departamento de Transportes norte-americano aprovou hoje o pedido de isenção das leis anti-trust da Continental Airlines para a parceria com a United Airlines e com outras oito companhias da Star Alliance, duas semanas depois do Departamento Americano de Justiça (DOJ) ter-se oposto (clique para ver também: DOJ opõe-se a isenção anti-trust
solicitada pela Continental Airlines
).

Além da Continental e da United os oito membros da Star Alliance que receberam a aprovação do DOT para a isenção das leis anti-trust foram a Air Canada, Austrian, bmi, Lufthansa, LOT Polish Airlines, Scandinavian Airlines (SAS), SWISS eTAP Air Portugal.

Em comunicado a Continental Airlines afirma que a decisão do DOT beneficia os clientes, empregados e accionistas. A aprovação assegura concorrência global com as outras alianças com isenção anti-trust ao mesmo tempo que encoraja a retenção e o crescimento da política de céus abertos entre os Estados Unidos e os outros países.

Com a aprovação recebida hoje, a Continental Airlines vai poder estabelecer preços e horários em conjunto com as restantes transportadoras da aliança.

As agências internacionais acrescentam que a entidade norte-americana não deu aprovação de isenção das leis anti-trust nos voos entre os Estados Unidos e Pequim, para quatro voos transatlânticos e quatro voos entre o Canadá e os Estados Unidos.

A Continental já tinha recebido uma aprovação experimental do Departamento de Transportes dos Estados Unidos (DOT) para aderir à Star Alliance em Abril o que lhe permitiu expandir os seus laços comerciais com concorrentes nos Estados Unidos e no estrangeiro (clique para ler também: Continental recebe luz verde do DOT para aderir à Star Alliance).


Desembarque de passageiros no Ceará apresenta maior crescimento do Nordeste

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Segundo dados da Infraero Nacional, no período de janeiro a maio, o Ceará foi o estado do Nordeste que apresentou o maior crescimento no desembarque de passageiros em relação ao mesmo período de 2008. Ao todo, desembarcaram no estado 802.388 passageiros em 2009, número 9,9% maior comparado a 2008.

Neste mesmo período o número de desembarques na Bahia, estado nordestino que mais recebeu turistas entre janeiro e maio, cresceu 0,7% em relação a 2008. O Rio Grande do Norte registrou um crescimento de 3,7% e Pernambuco sofreu uma redução de 1,0% no número de desembarque de passageiros.

Levando em conta apenas desembarques nacionais, o Ceará foi o estado nordestino que apresentou o maior crescimento, com 11,6%, seguido pelo Rio Grande do Norte (8,2%) e Bahia (2,2%). Pernambuco registrou uma queda de 0,7%.

Isoladamente, somente em junho de 2009, desembarcaram no Aeroporto Internacional Pinto Martins 153.309 passageiros, número 27,1% maior comparado ao mês de junho de 2008. O estudo inclui o desembarque de passageiros, tripulação e conexão.


Revista elege Tam como uma das melhoras empresas do país

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A Tam foi destaque na 36ª edição do anuário Melhores e Maiores da revista Exame. A publicação ressaltou o aumento do quadro de funcionários da companhia aérea em 20% no ano passado, fazendo com que ela ficasse em primeiro lugar das grandes empresas que mais contrataram no país.

No grupo das 500 maiores empresas, a companhia foi classificada em 6º lugar no ranking entre as que mais pagaram salários, no total de US$ 652,7 milhões, e no 20º posto entre os maiores empregadores do país, com 24.389 funcionários em 2008.

A Tam figura ainda no 13º lugar entre as 50 maiores exportadoras por vendas, com exportações no valor de US$ 1,4 bilhões em 2008, representando 29,7% do faturamento total. Com receita líquida de US$ 4,6 bilhões, a Tam aparece no 20º posto entre as empresas com maiores receitas líquidas em 2008.


Fundador da Azul Linhas Aéreas receberá Medalha Mérito Santos Dumont

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No próximo dia 20 de julho, David Neeleman, fundador da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, vai receber a Medalha Mérito Santos Dumont. A entrega da comenda será durante a solenidade de aniversário do nascimento do patrono da Aeronáutica Brasileira, Marechal-do-Ar Alberto Santos Dumont, na Base Aérea de Brasília.

Criada em 1956, a Medalha Mérito Santos Dumont é concedida àqueles que tenham
prestado serviços à Aeronáutica ou que de alguma forma possam merecer o prêmio. A Azul, quarta companhia aérea fundada por David Neeleman, começou a operar em dezembro do ano passado e hoje já conecta 13 cidades, com uma frota de 12 jatos da Embraer.