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Q100 operators consider Bombardier’s life extension programme

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By Mary Kirby

Bombardier‘s new Dash 8 Q100 life-extension programme has received a warm reception from two of the largest operators of the type in the world.

Air Canada Jazz and US Airways subsidiary Piedmont Airlines say that the programme is under consideration by management.

“We are certainly evaluating the proposal, but no decision has been made yet,” says Jazz.

US Airways says: “We are aware of the life-extension programme. [It is] too early to say exactly how Piedmont would fit into the programme, but it’s certainly something to work with if it’s right.”

A growing number of Q100s in operation today are coming close to crossing the current 80,000-cycle threshold. Bombardier’s life-extension programme would increase the economic life of these aircraft by 50%, or to 120,000 cycles.

Jazz operates 36 Q100s, while Piedmont operates 40.

“Although we don’t publicly disclose specific information regarding aircraft cycles, I will say that the Dash 8 Q100 aircraft in our fleet are not nearing their maximum life cycle in the near term,” says the airline.

The programme may be making a particularly timely entrance, however. Piedmont in recent years contemplated replacing its Q100s with newer turboprops, but shelved those plans due to the current economic recession.

“There has been talk in recent years of a replacement fleet type at Piedmont, but that effort has been put on hold. When the economy recovers, the fleet-replacement effort will resume,” says US Airways.

Bombardier says a single Q100 in the world fleet is expected to reach the 80,000-cycle threshold in 2010. From 2011 to 2019, however, the Canadian airframer expects 128 more will reach that point for a fleet total of 129.

Bombardier’s historic deliveries for the Q100 total 299 aircraft.


Anac deve retomar discussões sobre Pampulha (MG) e Congonhas (SP)

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A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) deve retomar as discussões sobre a reabertura do aeroporto da Pampulha (MG) para as grandes companhias aéreas e a redistribuição de espaços em Congonhas (SP), segundo informou o site “Valor Online”. As duas propostas estavam na pauta da agência no começo deste ano, mas a Anac decidiu retirá-las por uma questão de estratégia.

A agência avaliou que o ambiente ficou carregado demais após a batalha travada com o governador do Rio, Sérgio Cabral, pela revogação de portaria do antigo DAC (Departamento de Aviação Civil) que limitava o uso do Santos Dumont para além de voos da ponte aérea Rio-São Paulo. Logo depois, a derrubada de restrições para descontos nas tarifas de rotas internacionais de longo curso provocou fortes queixas da TAM.

A intenção da Anac é retomar a discussão sobre o aeroporto da Pampulha, localizado na região central de Belo Horizonte. O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, é contra a ideia e teme o esvaziamento do aeroporto de Confins.

A Anac deve propor a revogação de portaria do DAC, editada em março de 2005, que limitou o uso do aeroporto mineiro à aviação executiva ou a ligações comerciais feitas com turboélices para até 50 passageiros. Tal medida tirou as empresas de grande porte e desativou voos da Pampulha para outras capitais.

Outra questão que deve ser retomada é sobre aeroporto de Congonhas, localizado na zona sul de São Paulo. Atualmente, é o único aeroporto que tem toda a sua grade horária saturada, ou seja, mesmo querendo usá-lo, as empresas não conseguem abrir ou expandir suas operações no local.

Em outubro de 2008, a Anac apresentou regras para redistribuir os slots (faixas de horário para pousos e decolagens) de Congonhas. A cada dois anos, pela proposta da agência, até 20% dos slots seriam distribuídos de uma aérea para outra, com base no desempenho operacional das empresas – indicadores como regularidade e pontualidade dos voos realizados.

Esse assunto é prioritário para as grandes empresas. A Gol, por exemplo, afirmou que comprou a Varig por US$ 320 milhões em 2007 por causa da presença da companhia em Congonhas. O envio de contribuições pelas aéreas, durante a fase de consulta pública aberta pela agência reguladora, levou diretores da Anac a considerar algumas mudanças nas regras propostas inicialmente.


Congresso americano dá sobrevida ao F-22

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A foto espetacular foi feita no dia 22 de junho, no Golfo do Alasca, quando um F-22 sobrevoou em velocidade supersônica o navio-aeródromo USS John C. Stennis (CVN 74), durante a operação Northern Edge 2009.

O senador Carl Levin (D-MI), presidente do Armed Services Committee e o senador John McCain (R-AZ), anunciaram a National Defense Authorization Bill para ano fiscal de 2010. A lei autoriza o financiamento do Departamento de Defesa (DOD) e os programas de segurança nacional do Departamento de Energia (DOE).

Nela foi aprovada a liberação de US$ 1,75 bilhão para a compra de mais sete caças F-22A Raptor, evitando assim que o programa de produção seja cancelado.


EADS não tem planos de vender sua participação na Dassault

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O Grupo aeroespacial europeu EADS comunicou que não tem planos para vender parte ou o total de sua participação na Dassault Aviation, conforme anúncio de executivo da EADS mencionado em uma reportagem no Domingo pela imprensa francesa.

Marwan Lahoud, 2º executivo da EADS , afirmou que a chegada da rival Dassault Aviation na fabricante de equipamentos eletrônicos Thales, competidora da EADS, não afeta a participação da EADS na Dassault.

“Não há planos de vender a participação acionária de 46% na Dassault, total ou parcialmente,” Lahoud afirmou ao jornal econômico francês La Tribune.

A EADS herdou a participação na Dassault quando da sua formação e as ações da antiga Aeões da antiga Aeroespatiale no ano de 2000.

A tentativa da EADS de fazer uma oferta pela Thales foi rejeitada pelo governo francês o que levou o CEO da EADS CEO Louis Gallois a sair do conselho de administração da Dassault


Air France 447 – Voo 447: Tempo, o vilão na luta para achar caixas-pretas

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RIO – A partir de terça-feira, quando o acidente com o voo 447 da Air France completar 30 dias, os sinais transmitidos pelas balizas de localização da caixa-preta do avião começarão a perder força, calando completamente em no máximo 60 dias, informa a edição deste domingo do Globo. Nesse momento, um outro alerta será disparado para as autoridades francesas que investigam as causas da tragédia que matou 228 pessoas: o risco de as principais provas e pistas do que ocorreu se perderem para sempre no fundo do mar, deixando à superfície uma quantidade enorme de interrogações sobre o que levou um dos aviões mais modernos da aviação mundial a despencar 11 mil metros e a se rasgar feito papel no ar, no momento considerado mais seguro durante o percurso de um voo. ( Incidentes com Airbus investigados )

Até a última sexta-feira, quando foram encerradas oficialmente as buscas por corpos de vítimas e pedaços da aeronave, a Marinha e a Aeronáutica brasileiras recolheram do mar cerca de 400 destroços, o que ainda é muito pouco para se tentar remontar o avião para uma perícia aprofundada do acidente.

Mas mesmo que o comitê francês de investigação não consiga definir o que realmente ocorreu, especialistas já começam a tirar lições da tragédia. A primeira, inclusive, já mudou a aviação antes mesmo que algum destroço do voo 447 fosse avistado no Atlântico. Grandes companhias aéreas, como a própria Air France, fizeram a troca dos sensores de velocidade de seus Airbus A 330 e A 340. Especialistas suspeitam que o acidente possa estar relacionado a um defeito na peça.

Para o diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas, comandante Carlos Camacho, está na hora de as empresas encararem como mandatórias as recomendações para peças que possam influenciar na segurança de voos:

– Quando, na aviação, você tem que fazer um recall, isto significa manter a frota aérea em terra até a substituição da peça, o que gera um prejuízo de milhões. Quando é apenas recomendação, o setor jurídico convence o setor técnico a criar protocolos de procedimentos para aumentar a segurança, enquanto essas substituições são feitas a médio ou longo prazos.


Air France 447 – Prazo para caixas-pretas de Airbus da Air France emitirem sinais acaba amanhã

da Folha Online

Se confirmadas as previsões do Escritório de Investigação e Análise francês (BEA), as caixas-pretas do Airbus A-330 devem parar de emitir sinais sonoros entre esta segunda e terça-feira (30). O BEA é responsável pelas investigações das causas do acidente com o avião que fazia o voo 447 da Air France. A aeronave caiu no oceano Atlântico no dia 31 de maio com 228 pessoas a bordo, quando fazia o trajeto Rio-Paris.

Leia a cobertura completa sobre o voo AF 447
Veja nomes de passageiros que estavam no avião

Na última sexta-feira (26) a FAB (Força Aérea Brasileira) e a Marinha suspenderam as buscas por corpos e destroços do voo AF 447. Em 26 dias de buscas, foram localizados e resgatados 51 corpos de vítimas da tragédia; 14 foram identificados.

Enquanto as buscas ficaram sob responsabilidade do Brasil, o trabalho de busca das caixas-pretas e a investigação cabe ao governo francês.

O último comunicado do BEA a respeito do acidente data da última quinta-feira (25). Segundo nota constante no site do escritório, na próxima quinta-feira (2) ocorre a publicação de um relatório preliminar sobre as causas do acidente com o voo 447.

Nesta segunda-feira ocorre uma homenagem às vítimas. A cerimônia será feita a bordo da fragata Bosísio com a participação de outros navios da Força, que foram empregados nas buscas realizadas.