Delta recua nos voos Nova Iorque – Valência; Operação vai ser suspensa em Outubro

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A companhia norte-americana Delta Airlines, da SkyTeam, anunciou a suspensão durante o Inverno da rota Nova Iorque – Valência, que tinha começado a operar a 6 de Junho.

A imprensa espanhola refere que o último voo sairá de Nova Iorque a 10 de Outubro e aponta como causa da suspensão a falta de passageiros.

As notícias referem que Valência é o quarto destino da Delta em Espanha, depois de Madrid, Barcelona e Málaga, e acrescentam que a Delta recomeçará a operação de e para a capital da Comunidade Valenciana a partir de finais de Março de 2010.

Uma informação da companhia norte-americana citada pela imprensa espanhola justifica a suspensão da linha de Valência no Inverno com o impacto da recessão económica mundial na procura e com o aumento dos custos com combustíveis, que a levou a acentuar a redução de capacidade a partir de Setembro, para 10% nos voos domésticos e para 15% nas ligações internacionais.


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Qantas corta encomenda de Dreamliners

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A companha australiana Qantas, que era o maior cliente dos novos Boeing B787 Dreamliner, anunciou que cancelou a compra de 15 desses aparelhos e adiou por quatro anos a recepção de outros tantos.

“A Qantas anunciou a sua encomenda inicial dos 787 em Dezembro de 2005 e o quadro operacional das companhias aéreas a nível mundial mudou dramaticamente desde então”, justificou o CEO da Qantas, Alan Joyce.

O primeiro conjunto de 15 Dreamliners que a Qantas vai receber destina-se à sua subsidiária low cost Jetstar e começará a ser entregue a partir de meados de 2013, com três anos de atraso face ao calendário inicial.

O responsável da Qantas rejeitou que a alteração da encomenda esteja relacionada com mais um adiamento por parte da Boeing do primeiro voo do novo avião.


Lufthansa vai apertar medidas de contenção de custos

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Os principais responsáveis da Lufthansa revelaram que o grupo aéreo vai intensificar as medidas de contenção de custos, designadamente retirando de operação mais aviões do que inicialmente indicado e “encolhendo” a capacidade de forma mais pronunciada.

A Lufthansa, que na semana passada avisou que não atingirá a meta de resultados operacionais inicialmente fixada para este ano, indicou que vai retirar de operação cinco aviões de médio curso e dois de longo curso, além dos 18 que já tem em terra.

A companhia também indicou que pretende reduzir os custos em 300 milhões de euros com medidas como reduzir as horas de trabalho de alguns efectivos que podem beneficiar de apoios governamentais que complementam os vencimentos.

O plano só deverá ser revelado no próximo mês, mas numa reunião esta semana com investidores em Seeheim, os principais responsáveis da Lufthansa já deixaram claro que a companhia irá optimizar a rede de voos para fazer face à queda da procura que afecta o sector da aviação a nível mundial.

Notícias publicadas por agências internacionais referem que a Lufthansa indicou que este ano cortará a capacidade em 1,6% (até Maio, Lufthansa e Swiss em conjunto tinham uma redução de capacidade em 1,8%), através da redução da frequência de voos, mas sem cortar destinos, por forma a não alienar passageiros.

A Lufthansa também indicou que pretende reforçar a oferta de voos para países africanos produtores de petróleo, bem como fortalecer a operação da sua nova subsidiária Lufthansa Itália, baseada em Milão.


IATA – Tráfego internacional de passageiros cai 9,3% em Maio

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O tráfego internacional de passageiros em Maio caiu 9,3% face a mês homólogo em 2008, superando uma vez mais a redução da capacidade, que se situou em 5%, e provocando mais um mês de queda da taxa média de ocupação dos voos, em 3,3 pontos, para 71,2%, informou a IATA, hoje, quinta-feira.

“Perdemos muitos anos de crescimento e os yields estão sob forte pressão. As companhias aéreas estão em modo de sobrevivência. Cortar custos e conservar dinheiro em caixa são prioridades”, afirmou, citado em comunicado, o director-geral e CEO da IATA, Giovanni Bisignani.

Durante Maio, só a região do Médio Oriente apresentou um comportamento positivo, com um crescimento do tráfego em 9,5% face a Maio de 2008, mas mesmo assim com queda da taxa de ocupação, porque esse aumento ficou aquém do incremento da capacidade, em 14,5%.

A região Ásia/Pacífico registou a maior queda no tráfego internacional, com -14,3%, seguindo-se a América do Norte, com -10,9%, a Europa, com -9,4%, a América Latina, com -9,2%, e África com -6%.

Em todas estas regiões as quedas de tráfego superaram as reduções de capacidade, que foram de 9,3% na Ásia Pacífico, 6,6% na América do Norte, 6,5% na Europa, e 4,8% em África.

A América Latina apresenta uma situação ainda mais agravada, uma vez que a queda do tráfego ocorreu face a um aumento de capacidade em 0,2%.

Nos primeiros cinco meses do ano, o tráfego internacional apresenta uma queda de 7,7% face a uma redução da capacidade em 3,9%, levando a uma queda da taxa de ocupação para 72,1%.

A região da Ásia Pacífica mantém-se o mercado com a maior queda do tráfego, com -11,5% face a uma redução da capacidade em 7,5%, seguido da América do Norte, com uma queda de 9,4% perante uma redução da capacidade em 5,2%.

Depois vem África, com uma queda do tráfego em 8,8% e uma redução da capacidade em 6,4%, e a Europa, com uma redução do tráfego em 7,8% face a um corte da capacidade de 4,8%.

A América Latina regista uma queda no tráfego em 2,6%, apesar de um aumento da capacidade em 1,3%.

O Médio Oriente mantém-se o único mercado a apresentar crescimento do tráfego, em 6%, mas ainda assim aquém dos 11,8% de aumento de capacidade.


Iata – CEO da Iata classifica a crise na aviação como a pior dos últimos anos

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O anúncio dos números da Iata referentes ao tráfego durante o mês de maio, serviram de ocasião para o CEO da Iata, Giovanni Bisignani, expressar as suas preocupações de uma forma drástica. “Atingimos o fundo do poço, e estamos longe de recuperar”. O homem forte da Iata foi mais longe ao apontar que esta é a pior crise que o setor da aviação alguma vez atravessou. Em maio a procura dos passageiros desceu 9,3%, em relação ao mesmo período do ano passado. A queda da procura no setor da carga caiu em maio 17,4%, relativamente a maio de 2008.

Ainda assim, os números relativos ao transporte de carga melhoraram face à queda de 21,7% registada em abril. Bisignani alertou para o fato da capacidade não estar alinhada com a procura, o que leva a que o load factor de passageiros tenha caído 3,3% nos últimos 12 meses. De salientar ainda que o mês de maio foi o primeiro a ressentir-se na totalidade da Gripe A, o que resultou numa queda de 40% no tráfego no México, e o declínio de 9,2% na América Latina, comparados com o período homólogo de 2008.

No Pacífico Asiático, a queda da procura chegou aos 14,3%, enquanto os ajustes na capacidade foram severos, com uma diminuição de 9,3%. A queda da procura na América do Norte situou-se na casa dos 10,9%, número que contrastou com a queda de 4,2% sofrida em abril. Na Europa, o mercado ajustou-se com uma transferência de procura das companhias de bandeira para as low costs, que cresceram 2,1%, enquanto o declínio nas companhias de bandeira chegou aos 9,4%. O mercado da aviação melhorou, sensivelmente, durante o mês de maio no continente africano, com uma queda de 6%, menos que as perdas de 7,1% registada em abril. A exceção continua a ser o Oriente Médio, que subiu 9,5% a procura, e a capacidade cresceu 14,5%.


British Airways anuncia rotas para Maldivas e Egito

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A British Airways vai lançar três voos semanais diretos para Malé, nas Maldivas, e para Sharm el-Sheikh, no Egito a partir de 25 de outubro. Estes lançamentos marcam a primeira vez que a companhia britânica voa para as Maldivas.

Os passageiros que escolherem voar para estes destinos com a BA serão transportados a bordo de um Boeing 777, e já podem comprar os bilhetes no site da companhia.


Royal Air Maroc liga Lisboa-Casablanca com Boeing 737

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A companhia de bandeira marroquina Royal Air Maroc, com uma renovação de frota em curso, vai passar a usar aparelhos Boeing 737-700 e 737-800, de nova geração, para ligar Lisboa a Casablanca. Os recém adquiridos aviões têm capacidade para transportar 118 e 157 passageiros respectivamente.

Desta forma, a RAM passará a ter três frequências semanais para Lisboa, à terça-feira, sexta-feira e domingo, mas a transportadora pretende aumentar as frequências para uma diária. Os passageiros da companhia marroquina passarão a poder usufruir do conforto da classe executiva.