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Air France 447 – Air France wreckage found in Atlantic Ocean, official says

RIO DE JANEIRO, Brazil (CNN) — A debris field in the Atlantic Ocean is wreckage from Air France Flight 447, Brazilian Defense Minister Nelson Jobim said Tuesday.

Crew members of a French maritime patrol aircraft prepare Tuesday to search for the missing jet.

Crew members of a French maritime patrol aircraft prepare Tuesday to search for the missing jet.

The news comes as commercial ships were expected to arrive to look for the jet, which disappeared Monday with 228 people on board, Brazilian aviation officials said.

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Earlier Tuesday, searchers found an airplane seat, an orange life vest, small white fragments, an oil drum and signs of oil and kerosene about 700 kilometers (435 miles) northeast of the Fernando de Noronha archipelago, Brazilian Air Force spokesman Jorge Amaral said.

There was not enough material to officially say it is wreckage from Flight 447, Amaral said.

The debris was found 80 kilometers (50 miles) east of the plane’s expected flight path, another Brazilian Air Force official said. See map of suspected crash zone »

Fernando de Noronha is an archipelago of 21 islands about 355 kilometers (220 miles) off the northeast coast of Brazil.

An earlier report by a crew from the Brazilian airline TAM, who said they saw “shiny spots” in the sea along the route of Flight 447, also prompted a search in the territorial waters off the African nation of Senegal. Senegal is northeast of Fernando de Noronha and also near the plane’s presumed flight path. Video Watch how wreckage has been spotted in Atlantic »

Ten Brazilian Air Force aircraft were conducting the search.

A U.S. Navy P-3C Orion airplane will join the search later Tuesday, the U.S. military said. The maritime patrol aircraft and its 21 crew members arrived in Brazil on Tuesday from its forward operating location at Comalapa Air Base, El Salvador, where the plane was supporting illegal trafficking detection operations, the military said.

The Air France plane has built-in homing devices that may help searchers find it, but that could take up to a week, said Greg Feith, a former investigator with the U.S. National Transportation Safety Board.

Homing devices such as “pingers,” which are underwater locator beacons attached to flight data and cockpit voice recorders, can transmit signals from as deep as 14,000 feet.

The average depth of the Atlantic Ocean is about 12,000 feet: more than 2 miles.

“They’re water-activated, so if they’re sitting at the bottom of the ocean, of course, then the military assets will have to go in there with listening devices and try and home in on those particular signals,” Feith said.

Factors such as the amount of time since the accident and the speed of ocean currents will determine how long it may take to locate the wreckage, if the debris is confirmed as being from the plane.

“What they’re going to have to do now is some reverse engineering, find out the location of this debris. Then they’re going to have to figure out what the tide speed was. It’s been around now for 28 hours. Now they’re going to have to back up that course probably several hundred miles to the actual area of the wreckage,” Feith said.

The Airbus A330, which was flying at 35,000 feet and at 521 mph, encountered heavy turbulence early Monday, about three hours after beginning what was supposed to be an 11-hour flight from Rio de Janeiro to Paris, France, according to the airline.

The plane carried 216 passengers — 126 men, 82 women, seven children and a baby — and 12 crew members, Air France said.

The majority of the people on the flight came from Brazil, France and Germany. Other victims were from 29 other countries, including two from the United States. Of the crew, 11 were French and one was Brazilian. Read more about the passengers

One passenger held dual citizenship with the United States and another nation but was traveling on the other passport, the U.S. State Department said Tuesday. State Department spokesman Robert Wood did not identify the passenger or give other details.

An official list of victims by name was not available Tuesday afternoon, but two Americans on board — Michael Harris, 60, and his wife, Anne, 54 — were identified by the couple’s family and his employer.

Prince Pedro Luis de Orleans e Braganca, a member of Brazil’s non-reigning royal family, was also on the flight, his family said Monday. Pedro Luis was 26.

Also on the flight were two executives of the French tire company Michelin: Michelin Latin America President Luiz Roberto Anastacio and Antonio Gueiro, director of informatics.

The jet was 4 years old and had last undergone routine maintenance April 16. Video Watch report on what could have caused aircraft to go down »

Its crew included three pilots, including a 58-year-old captain who had logged 11,000 hours in flight, and nine cabin crew members, Air France said in a statement. About 1,700 of the captain’s hours were on two Airbus models. Of the two co-pilots, ages 37 and 32, one had 3,000 hours of flying experience and the other 6,600 hours. The aircraft had flown 18,870 hours, the statement said.


Air France 447 – Jobim: França vai investigar acidente com voo 447 da Air France e Brasil vai buscar os corpos

RIO – O ministro da Defesa Nelson Jobim afirmou nesta terça-feira, em entrevista no Hotel Windsor, na Barra da Tijuca, onde se reuniu com os parentes dos passageiros do voo 447 da Air France, que desapareceu no domingo, que os objetos que foram encontrados no mar serão recolhidos e embarcados no navio Grajaú, da Marinha.

A embarcação levará o material para Fernando De Noronha, onde deve chegar às 9h de quarta-feira.

Tudo o que for encontrado nesta faixa de cinco quilômetros onde estão os destroços, a 700 milhas de Recife, será embarcado pela Força Marinha do Brasil.

Segundo Jobim, as investigações do acidente vao ficar com a França, país onde a aeronave foi registrada, mas o Brasil ficará responsável pela busca de corpos e destroços.

O ministro afirmou que não é possível saber se o avião explodiu.


Air France 447 – Jobim: Achada faixa de 5km de destroços de Airbus da Air France a 400 milhas de Noronha

RIO – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, em entrevista coletiva nesta terça-feira no hotel Windsor, na Barra da Tijuca, onde se reuniu com os parentes dos passageiros do voo 447 da Air France, que desapareceu no domingo, confirmou que às 13h de hoje foi encontrada uma faixa de cinco quilômetros de destroços do avião, confirmando que o Airbus caiu naquela região, a 400 milhas de Fernando de Noronha e a 93 milhas do Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

da Folha Online

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira que o Airbus da Air France, desaparecido desde domingo (31) no oceano Atlântico, caiu a aproximadamente 400 milhas (740 km aproximadamente) do arquipélago de Fernando de Noronha.

Segundo o ministro “a FAB [Força Aérea Brasileira] definiu que foram localizados materiais metálicos e não- metálicos por volta das 0h30 [desta terça-feira] pelo Hércules no meio do oceano, em uma faixa de 5 km, a 400 milhas de Fernando de Noronha, em 1.855 km quadrados de área de destroços, o que confirmam que avião acabou caindo nessa região”.

Jobim chegou à reunião com familiares dos passageiros do avião como representante do governo brasileiro. “Venho prestar lamentações do governo brasileiros com familiares”, afirmou o ministro.

Jobim diz que não há menor dúvida que destroços são do AF447

Plantão | Publicada em 02/06/2009 às 17h25m

Reuters/Brasil Online

RIO DE JANEIRO (Reuters) – O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira que os destroços visualizados por aviões da FAB durante operação de buscas são da aeronave da Air France desaparecida no Atlântico desde domingo com 228 pessoas a bordo.

“Não há a menor dúvida que os destroços são do avião da Air France”, afirmou a jornalistas Jobim no Rio.

“O KC 130, nosso Hércules, visualizou destroços, ou seja, viu materiais diversos numa faixa de 5 km”, acrescentou o ministro.

(Por Rodrigo Viga Gaier)


Air France 447 – Voo 447: Achar caixa-preta do avião da Air France será tarefa épica

Por Tim Hepher e Jason Neely

PARIS/LONDRES (Reuters) – Os primeiros relatos de observação dos possíveis destroços de um avião da Air France desaparecido sinalizam o início do que deverá ser uma das operações mais desafiadoras já organizadas para recuperar uma caixa-preta.

A caixa, que na verdade se constitui em dois aparelhos diferentes contendo gravações das vozes da cabine do piloto e dados de instrumentos, representa a melhor oportunidade de descobrir por que o Airbus sumiu numa tempestade sobre o Atlântico na rota Rio de Janeiro-Paris com 228 pessoas a bordo.

Os equipamentos são programados para enviar sinais de orientação ao atingir a água, mas apenas localizá-los apresenta-se como uma das tarefas de resgate mais árduas desde a exploração do Titanic e, com sorte, poderá levar meses, dizem especialistas.

Se estiverem em águas tão profundas como temem algumas pessoas, 4 mil metros ou mais, submarinos-robô chegarão a seus limites. No entanto, outros desastres do passado levaram a progressos na tecnologia, trazendo esperança para se descobrir o que aconteceu.

“Há uma boa chance de o gravador ter sido preservado, mas o problema principal seria encontrá-lo”, disse Derek Clarke, diretor administrativo adjunto da Divex, com sede em Aberdeen, que projeta e constrói equipamentos de mergulho militar e comercial.

“Se você pensar no tempo que se levou para encontrar o Titanic e que os destroços devem ser menores, o que se procura é uma agulha num palheiro. Há uma extensa área para pesquisar e é possível gastar meses usando sonares a uma grande profundidade.”

As caixas-pretas têm um sinalizador para debaixo d’água chamado “pinger” que é acionado quando o gravador está imerso em água. O sinalizador é capaz de transmitir a partir de profundidades de até 4.300 metros, de acordo com o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos.

RECORDE DE PROFUNDIDADE

Clarke passa o tempo preparando-se para o impensável como parte de uma rede industrial que permanece de sobreaviso para ajudar em resgates submarinos.

Mas a profundidade nessa faixa do oceano excede o máximo de 600 metros ao qual qualquer Marinha poderia tentar um resgate submarino bem-sucedido, disse um experiente especialista em mergulho da Marinha Real Britânica.

O Brasil informou na terça-feira que aviões militares localizaram destroços a cerca de 650 quilômetros de Fernando de Noronha (PE).

Com base nas notícias da provável localização do avião, Neil Wells, professor de oceanografia e meteorologia do Centro Nacional de Oceanografia da Grã-Bretanha, disse que a caixa-preta poderia estar a mais de 4 mil metros abaixo da superfície.

“Não há dúvida sobre isso; os limites da tecnologia serão pressionados. Não é uma operação fácil.”

A indústria do petróleo tem capacidade significativa de operar equipamentos em grandes profundidades, mas o faz apenas até os 3 mil metros, disse Clarke.

Profundidades como essas estão bem abaixo do alcance de embarcações com tripulação.

Uma série de “prowlers” para águas profundas, como o Alvin da Marinha dos EUA, que vasculhou os destroços do Titanic a 4 mil metros de profundidade no Atlântico em 1986, pode ser equipado para essas profundezas.

Um relatório da Marinha norte-americana baseado em desastres similares, divulgado sob a Lei de Liberdade de Informação no ano passado, considerou possível resgatar destroços de aeronaves, incluindo caixas-pretas, em profundidades de até 6 mil metros.

O documento citou avanços na tecnologia desde a década de 1980, como sonares para vasculhar o fundo dos oceanos, novos softwares e sinalizadores acústicos ou “pingers” que indicam a localização debaixo da água.

As duas caixas-pretas do acidente com o vôo 182 da Air India foram recuperadas. A aeronave explodiu perto da costa irlandesa em 1985.

Elas foram encontradas a cerca de 2 mil metros de profundidade, numa operação que durou mais de duas semanas.

Dois anos depois, o avião do vôo 295 da South African Airways caiu no Oceano Índico perto de Maurício, deflagrando a busca de uma aeronave em águas mais profundas já realizada. Os investigadores encontraram o gravador de voz do cockpit após três meses de busca a mais de 4.200 metros de profundidade, o recorde até agora.

Sejam quais forem os desafios, os especialistas afirmam que os interesses são muito grandes para desistir de uma busca. “Não saber seria totalmente inaceitável para a Airbus e para a aviação em geral”, disse David Learmount, editor de segurança e operações da revista britânica Flight International.


Air France 447 – Estudo do Inpe aponta que turbulência foi a causa da queda do Air France

SÃO PAULO – O Grupo de Eletricidade Atmosférica do Inpe (Instituto Nacional de Meteorologia) concluiu um estudo nesta tarde demonstrando que a causa provável da queda do avião Air France, ocorrida na noite de domingo, foi uma turbulência. As hipóteses de granizos e raios foram descartadas pelo climatologista Osmar Pinto, coordenador do Grupo. De acordo com o especialista, a turbulência é normal na área e o avião poderia ter se desviado dela, caso tivesse radares operantes.

– Ou o radar não operava ou o piloto não o utilizou. A aeronave parece ter entrado em cheio em uma nuvem que poderia ter sido evitada por um radar operante – afirmou Osmar Pinto, membro do Comitê Internacional de Eletricidade Atmosférica.

A análise do Grupo de Eletricidade Atmosférica usou imagens de satélite, dados da rede mundial de detecção de raios (WWLLN) e dados da trajetória provável do vôo sugerem a queda do avião da Air France.


Air France 447 – Nuvens na rota do voo 447 podem chegar a 15 km de altura, com ventos de 200 km por hora, diz especialista em meteorologia Aeronáutica

SÃO PAULO – O meteorologista Luiz Fernando Nachtigall, especialista em Meteorologia Aeronáutica, afirmou que a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), responsável pelo mau tempo na rota do Airbus da Air France, que fazia o voo 447, está mais ativa este ano e demorando mais para sair do Hemisfério Sul. Segundo ele, a ZCIT tem como característica justamente a formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical, que podem chegar a 15 km de altura e ser acompanhadas de ventos que ultrapassam 200 km por hora.

– Este tipo de de nuvem é um tormento para a aviação, é uma torre de instabilidade. Naquela faixa do globo as nuvens de crescimento vertical podem ultrapassar 15 km de altura, enquanto em outros lugares atinge entre 10 e 11 km de altura, e isso não é uma anomalia.

Segundo Nachtigall, essas formações têm em seu interior fortes correntes ascendentes e descendentes de ventos, fazendo com que grandes forças ajam contra as aeronaves.

– Os ventos podem passar de 200 km por hora. A aeronave pode ficar numa situação de ser jogada para cima ou para baixo e ser desviada de sua rota em até 2 quilômetros – explica.

Segundo o meteorologista, imagens de satélite pouco antes do momento do acidente mostraram a presença de fortes áreas de instabilidade a Noroeste do Rio Grande do Sul, na rota do voo 447. Nachtigall afirma, porém, que comandantes de voos conseguem, inclusive à noite, identificar a presença destas formações, além de consultar antes dos voos as informações da Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica (Redemet).